Falando sobre drogas:

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Título: A precocidade das garotas (meninas) em invadir o mundo das bebidas.

A Universidade Federal de Minas Gerais, em recente pesquisa, sobre consumo de bebidas álcoolicas, mostra um resultado, que se não é trágico é de acender a luz vermelha, no gráu máximo, pois mostra meninas, M E N I N A S , com idade entre 14 e 16 anos,que andam deixando os meninos na poeira, em relação ao consumo de BEBIDAS ÁLCOOLICAS.

A pergunta que fica, é que a lei diz que bebidas álcoolicas, não devem ser VENDIDAS PARA MENORES DE  18 anos. Não sei se rio com esta piada, se choro com o descaso, ou se mudo de canal, e me torno, mais um indiferente com o que se passa ao meu redor.

De quem é a responsabilidade de tal descalabro!  Os políticos, as autoridades, o governo, em sua forma fiscalizatória que é um deboche, foi sugerido a pouco tempo, FISCAL PARA FISCAIS, daí se deduz que alguém está corraborando, com tal situação.  Um sacripanta, sabe-se lá porque razões financeiras, monetárias diga-se, aliás o tal mequetrefe diga-se é político, e faz parte com outros POLÍTICOS, de uma tal comissão, que dirigirá os escaninhos da copa,  estes nobres,#@%¨%$#@, querem que seja  liberada a venda de bebida álcoolica, nos estádios, nos seus entornos etc., agora dá para levar a sério tais empiastros?

O centro da pesquisa da U F M G, é: Por que cargas d’ água, as meninas estão entornando mais copos que os meninos, sendo que nem um nem outro deveria estar, nesta pesquisa.  É pergunta que hoje deixo sem resposta, mas dá para levantar algumas teses caseiras. Quando olhamos para nossas crianças, quando sobra tempo aliás, o que vemos?  Crianças como pensamos que deveriam ser, ou como são e estamos fazendo uma  conjectura que elas, do alto dos seus seis ou oito anos, vemos moleques, meninos que se comportam como meninos, se vestem como meninos, tem interesses em curiosidades de tudo o que o cerca, em seu universo de menino, molecagens á parte, e brincam como… menino.

Mas, e as meninas, UH… as meninas na verdade são pequenas damas, umas quase mulheres. Vestem-se como mulheres, se maqueiam ( isso?) ah. deixa prá lá, mas as meninas se interessam por assuntos corriqueiros de mulheres já feitas, e em suas brincadeiras, usam sapato da mãe,  e os de salto, ah que doçura, o vestido da mãe, batom da mãe, e não saem para o PEDIATRA.., sabe, MÉDICO DE CRIANÇA…, não saem para as consultas  sem se  maquiarem, e batom a parte, as vestes tem que ter algo adulto.

As meninas estão atalhando, pulando esta fase, a tal da infância.  E os adultos estão interferindo, ou o momento é de: ” Olha que gracinha, está parecendo uma mulherzinha!”.   Pais e mães levam sua pimpolhas para se maquiar em salão de beleza para ir a suas festinhas de comemoração, dos seus DOZE  ANOS.  Roupas provocantes, pinturas idem; uma mãe americana e sua filha modelo, andam como se ela fosse adulta as fotos da menina-modelo, são impressionantemente, com rosto de moça, de mulher, tal são os penteados as maquiagens e as vestes e as jóias exibidas, ganham uma fortuna? Claro!  Mas e a infância desta menina?  Ah! A grana compensa, depois ela estuda, compra umas bonecas, mas e os HORMÔNIOS, eu disse hormônios e não o que pode rimar com tal palavra.  Algumas mães, nem mesmo entendem, mas querem suas filhas adultas logo, porque?  Nem ela sabe, mas confessa o dito: filho criado trabalho dobrado.

Esta pesquisa pode nos mostrar um pensamento: A pressão social, sobre elas, as meninas; o excesso de espectativas, o crescimento rápido, a exposição á uma mídia, televisiva que mostra as mulheres de sucesso, e as garotas dos seriados, que se lambuzam, e se empanturram de sexualismo, e que mães assistem, o bebê assiste a vovó assiste…, como ficam os pensamentos destas precoces, ante as novelas, as malhações da vida?

O que se vê é o álcool como mediador desta incoerências dos adultos que para se mostrarem modernosos, atualísssssissssimos, expoem suas pequena jóias, a todo tipo de mídia, e as garôtas em processo de autonomia, buscando amadurecer, e as vêzes bombardeadas, por doses cavalares de mães siliconadas, embotocadas, com decotes que dão para ver até as beiradas do caldeirão do Huk, quero dizer, do ” HELL”, que informação levam em seus pensamentos?

Na Venezuela, a comemoração dos quinze anos, os pais dão de presente as suas pimpas,  a escolha de quantos mililitros de silicone nos seus futuros seios elas querem, e vão para suas festas empinadas, decotadas, mas felizes exibindo fartos …, ah! deixa prá lá.   O êxito no namôro, as baladas escondidas, as invasões das geladeiras, adegas, fartas de bebidas, que muitas famílias têm, são um pouco do muito de falta de coerência que alguns pais exibem, e depois cobram das escolas, alguns das igrejas, outros dos avós, mas se eximem de toda sua culpabilidade, em coibir exessos, e de valorizar suas jóias.

Escolas podem ser um promissor futuro, ou um promissor pesadelo; bebidas, cigarro, drogas, e até sexo precoce.

Os exessos em injestão de bebidas, pode estar ligado até a uma maneira de se livrar do estresse, das pressões em suas entranhas familiares, o que se cobra é: Estamos brindando o quê?     Fonte  ROSELY SAYÃO. Excelente fonte.

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